VOCÊ TRABALHA COM PESSOAS?

Você já parou para pensar que antes de trabalhar com corpos ou com objetivos nós, profissionais da área da saúde trabalhamos com pessoas?


Essas pessoas que buscam nosso atendimento tem objetivos variados que podem ser melhorar a condição de saúde, melhora do bem-estar ou qualidade de vida ou mesmo aumentar o desempenho físico. Porém, seja você médico, fisioterapeuta, nutricionista, educador físico como eu, ou qualquer outra profissão relacionada a saúde, é importante perceber que esse ser humano tem necessidade psico/fisiológicas e não de apenas um tratamento, prescrição ou periodização.


É sempre bom lembrar que a Organização Mundial da Saúde (OMS), definiu em 1947 a saúde como: um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença.


Então, profissionais da saúde devem lembrar que são responsáveis, não apenas pelo bem estar físico, mas como também por manter a saúde mental e social do seu cliente/aluno/paciente.


Se você tem alguma dúvida em relação a como deixamos de atender nosso cliente de maneira holística, é só você olhar para as estatísticas da sua profissão. Vou me conter a argumentar sobre a área do exercício físico assim como da nutriçã


o porque os dados são muito próximos, no qual as pessoas desistem, na sua absoluta maioria, antes dos três meses.

De que forma está sendo suprida a necessidade do cliente se ele desiste nos primeiros meses do tratamento, ou seja, assim que começa a colher os benefícios do tratamento ele desiste e retrocede novamente ao ponto de partida, levando consigo mais frustração, sensação de incapacidade ou mesmo subjugando seu trabalho como ineficiente. Nos próximos artigos vou explanar sobre a teoria de Martin Seligman sobre o desamparo aprendido, otimismo e resiliência que cabe a esse contexto.


Todavia, continuando sobre os índices de desistências, no meu mestrado pesquisei a satisfação nas academias do Sul do Brasil e pude verificar algumas condições que são relevantes para gerar a desistência. Porém é intrigante perceber que mesmo com o índice de desistência assombroso que temos, as pessoas qualificam o serviço muito bem.


Assim podemos entender de maneira paradoxal essa problemática. Eu pude concluir que nos primeiros três meses as pessoas estão muito mais interessadas nas suas capacidades de prestar um bom atendimento, da sua empatia, do seu interesse ou da sua amizade do que verificar ao seu conhecimento técnico ou sua capacidade de dar resultados.


Por isso, elaborei uma forma diferente de trabalhar com o ser humano, com uma perspectiva diferente na qual entendemos de uma maneira holística a sua necessidade de obter resultado e saúde para que os profissionais da área possam ser mais assertivo nas suas prescrições.


Uma teoria que costumo utilizar foi a do último texto que relata os diferentes perfis de comportamentos. Nos próximos artigos vou revelar alguns segredos como por exemplo utilizar o teste de Ned Herrmann na prática clínica que aumentaram minha média de retenção para mais de 27 meses.

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